Se você trabalha em casa ou têm uma pequena empresa familiar, vai identificar rapidamente que já cometeu este erro diversas vezes.
O que sempre e primeiramente costumo dizer a meus alunos e clientes é que o erro mais comum de um gestor de pequenas empresas é não separar o dinheiro de seus gastos pessoais com o dinheiro que arrecada em seu negócio.
O problema é que as pessoas acabam retirando o dinheiro que entra em caixa para pagar despesas e gastos de seu dia-a-dia o que faz com que haja um descontrole do que é arrecadado mensalmente na empresa e o negócio se torna visualmente não rentável por não saber para onde está indo ou como foi utilizado o lucro da empresa no final de cada mês.
Este erro é consequência de um segundo erro que cometemos: não controlar o que entra e o que saí da empresa. Algumas empresas familiares utilizam o famoso "caderninho de anotações" que não é tão prático, mas é um bom começo. O correto é que independente de porte todas as organizações possuam um sistema de informação(que comentaremos em uma próxima postagem), e um valor estipulado que serviria como uma verba,com um limite de despesas mensais da empresa.
Quando decidimos iniciar um negócio próprio, sabemos que existe um tempo para recuperação do capital investido. Passados entre 3 e 6 meses de atividade da empresa poderemos nos basear em qual será o nosso salário, ao qual chamaremos de PRÓ-LABORE. O pró-labore deverá ser incluso também como uma despesa da empresa e é dele que deverão ser retirados os gastos pessoais do gestor.
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